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	<title>Livro de mochila</title>
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	<description>A bagagem sempre volta maior</description>
	<pubDate>Fri, 21 Dec 2007 00:55:06 +0000</pubDate>
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		<title>Ano novo, velho mundo</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Dec 2007 00:55:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Dotta</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Relatos e fatos]]></category>

		<category><![CDATA[Autores]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste final de 2007 peguei uma carona com o espírito natalino, inclusive uso ele e outras coisas como desculpas para minha ausência virtual. Uma delas foi a mudança de rotina, que ainda tento me adaptar, é parecida com férias prolongadas, se é que me entende, não? Bom, estou contribuindo para o índice de desempregados no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste final de 2007 peguei uma carona com o espírito natalino, inclusive uso ele e outras coisas como desculpas para minha ausência virtual. Uma delas foi a mudança de rotina, que ainda tento me adaptar, é parecida com férias prolongadas, se é que me entende, não? Bom, estou contribuindo para o índice de desempregados no Brasil, mas no meu caso foi por livre e espontânea vontade.</p>
<p>Enfim, agora que aumentou o tempo para o ócio criativo (mas ainda pouco produtivo) fui buscar experiências diferentes, sentir novas emoções e essas coisas, sabe como é?</p>
<h3>Alto lá!</h3>
<p>Não vá se empolgando e pensando em sacanagens, pelo menos não desta vez. <img src='http://www.livrodemochila.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>O que eu quis dizer é que nesta admirável nova rotina, surgiram algumas idéias e coloquei em planejamento outras. Dediquei-me também a <strong>aventuras altruístas natalinas</strong>, confirmei novamente que não é precisa viajar longe para encontrar muita emoção e histórias, conto mais tarde sobre esta experiência.</p>
<h3>Viagem ao velho mundo</h3>
<p>Este ano de 2007 não foi significante em viagens reais, contrário das viagens imaginárias, que serviram como injeção para aproveitar melhor o bem-aventurado ano de 2008.</p>
<p>Começo então por uma aventura ao velho mundo, usando um pouco da insensatez que me sobrou da adolescência mal aproveitada, <strong>em janeiro de 2008 partirei para conhecer de perto e talvez fazer parte da história italiana</strong>, entrarei na bagagem da Raquel (Viaggiatrice del mondo libero) Dotta para acompanhá-la em uma aventura invernal pela terra da bota perdida.</p>
<p>Portanto, estou estudando o posicionamento geográfico pela observação do sol e estrelas, conhecendo línguas antigas, como também analisando os ventos e correntes marítimas, <strong>para que a viagem de redescobrimento da bota, por selvagens do novo mundo, não afunde no mediterrâneo</strong>.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.livrodemochila.com/wp-content/uploads/2007/12/perdidos.jpg" alt="perdidos.jpg" /></p>
<p>É claro, as melhores partes destas viagens são <strong>caminhos errados e problemas de comunicação</strong>, portanto, me preparei com a útil frase (Estou perdido, pode me ajudar?) em vários idiomas.</p>
<blockquote><p>Alemão - Ich habe mich verlaufen, könnem Sie mir helfen?<br />
<em>(Ih hábe mih fêrláufen, quênem zi mía hélfen?)</em></p>
<p>Francês - Je me suis perdu, pouvez-vous m&#8217;aider?<br />
<em>(Je me suí perdi, puvêvu médê?)</em></p>
<p>Italiano - Mi sono perso, potrebbe aiutarmi?</p></blockquote>
<p>Depois engato com &#8220;Desculpe-me, não falo sua língua&#8221; e pronto, a comunicação termina com sucesso e todos saem felizes, eu perdido e a pessoa sem entender nada!</p>
<h3>A bagagem sempre volta maior</h3>
<p>Já reservei um espaço na mochila para alguns livros e muitas histórias, tenho certeza que a bagagem voltará incrivelmente cheia e pesada, <strong>buscarei forças para carregá-la até o fim</strong>.</p>
<p>E que este fim esteja longe.</p>
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		<title>A primeira viagem ao redor do mundo estranho</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 03:44:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Dotta</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Livros de mochila]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeiro devo informar que por enquanto a minha primeira volta ao mundo ficará somente na literatura, infelizmente não fui selecionado para a próxima etapa do 2º Premio Volta ao Mundo, mas tudo bem, não tenho palavras para agradecer a todos pela força, desejo uma excelente viagem ao ganhador.
 Para consolar minhas mágoas, virei madrugadas viajando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiro devo informar que por enquanto a minha primeira volta ao mundo ficará somente na literatura, infelizmente não fui selecionado para a próxima etapa do <a href="http://mundoestranho.abril.com.br/premiovoltaaomundo/premio/index.html" title="2º Prêmio Volta ao Mundo" target="_blank">2º Premio Volta ao Mundo</a>, mas tudo bem, não tenho palavras para agradecer a todos pela força, desejo uma excelente viagem ao ganhador.</p>
<hr /> <img src="http://www.livrodemochila.com/wp-content/uploads/2007/11/viagemredormundo.gif" alt="viagemredormundo.gif" align="right" />Para consolar minhas mágoas, virei madrugadas viajando com Fernão de Magalhães e seus marinheiros por <strong>uma viagem ao redor de um ainda estranho mundo</strong>, contada pelo italiano Antonio Pigafetta no livro e diário de bordo &#8220;A primeira viagem ao redor do mundo&#8221;. A versão quase de bolso (ou de de mochila) da L&amp;PM me satisfez plenamente.</p>
<blockquote>
<h3>(Parênteses)</h3>
</blockquote>
<blockquote><p>Foi mesmo a primeira viagem ao redor do mundo? Acho melhor não entrarmos nesse assunto, deixo para os historiados, agitadores, chineses e derivados.</p></blockquote>
<p>A Heloisa Schürmann (Familia Schürmann) foi a responsável por me aventurar neste clássico, este livro regou seus <a href="http://www.livrodemochila.com/2007/10/20-anos-em-busca-do-sonho/" title="Livro de mochila: 20 anos em busca do sonho">20 anos de sonhos e viagens</a> ao redor do mundo.</p>
<h3>Terra do fogo e de gigantes</h3>
<p>Parece que Magalhães foi responsável pelos estranhos nomes que conhecemos hoje da Patagônia e Terra do Fogo, a <strong>Patagônia teria sua origem em relatos de gigantes de grandes pés,</strong> grandes patas, patagões, que Fernão teria encontrado nessa região.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.livrodemochila.com/wp-content/uploads/2007/11/logo_patagoes.jpg" alt="logo_patagoes.jpg" /></p>
<p>Eu colaboro com esses mitos, também já ouvi histórias de viajantes mais atuais encontrarem pessoas realmente gigantescas pela região. Já a Terra do Fogo foi menos fantasiosa, ao cruzarem o futuro Estreito de Magalhães, os marinheiros viram muitas colunas de fumaça, então onde há fumaça? Terra do Fogo. No Brasil eram outras histórias que reinavam, como os <strong>índios que chegavam aos 140 anos</strong>, mal souberam que  colaboraram para que hoje muitos não passem do primeiro ano.</p>
<h3>Conquistas religiosas</h3>
<p>Acredito que tanto os fiéis religiosos quanto os fervorosos céticos terão momentos de forte adrenalina com alguns episódios deste livro, são diversas histórias de conquistas religiosas na travessia de Magalhães,  inclusive nos faz <strong>repensar o verdadeiro objetivo da viagem</strong>.</p>
<p>Os relatos sobre as estranhas selvagerias ligadas a última viagem de Fernão de Magalhães são tratados com naturalidade por Pigafetta, que também conseguiu misturar geografia, navegação, religião, misticismo e toques da <strong>ignorância humana de um mundo que parecia estranho</strong>, nada muito diferente 500 anos depois.</p>
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		<title>No ritmo da volta ao mundo</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Nov 2007 23:54:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Dotta</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Músicas]]></category>

		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Incrível como pequenas coisas podem servir como uma injeção de ânimo, eu estava tentando organizar a bagunça da mochila, onde as idéias e planos tentam sobreviver em um caos ainda sob controle, quando o Adriano &#8220;Que viaja enquanto te escuta&#8221; Couto me mostrou um vídeo simples, com uma música simples, mas que de alguma forma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Incrível como pequenas coisas podem servir como uma injeção de ânimo, eu estava tentando organizar a bagunça da mochila, onde as idéias e planos tentam sobreviver em um caos ainda sob controle, quando o Adriano &#8220;Que viaja enquanto te escuta&#8221; Couto me mostrou um vídeo simples, com uma música simples, mas que de alguma forma me encheu de ânimo para pegar a mochila daquele jeito mesmo e seguir em frente.</p>
<p align="center"><object type="application/x-shockwave-flash" data="http://www.youtube.com/v/NZ806mlFoMY" width="425" height="350" wmode="transparent">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/NZ806mlFoMY" /></object></p>
<p align="center">Caso não veja o vídeo acima, acesse o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=NZ806mlFoMY" title="Samim - Heater no Youtube" target="_blank">link original</a>.</p>
<p align="left">Quando me dei por conta, estava batendo o pé, subindo o volume, levantando da cadeira e girando, girando junto com essa rápida volta ao mundo que o vídeo inspirou. Foi uma pequena injeção de ânimo enquanto não sai o resultado da semi-final do <a href="http://www.livrodemochila.com/2007/10/premio-volta-ao-mundo/" title="Prêmio volta ao mundo Negresco" target="_blank">prêmio volta ao mundo</a>, que nesta semana (23/11) deverá apresentar os verdadeiros finalistas.</p>
<h3>Viajando conforme a música</h3>
<p align="left">Com a mochila aberta mesmo, caindo coisas e entrando outras, quero encontrar pessoas simples de sorrisos especiais, que não perderam o ânimo infantil de dançar conforme a música, enquanto outras estão surdas ou fingem que não escutam.</p>
<hr /><em><font color="#ff0000">Atualizado em 30/11/2007: Infelizmente não fui selecionado para a próxima etapa, mas muitíssimo obrigado a todos pela força e boa viagem ao ganhador.</font></em></p>
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		<title>Viajando com Moby Dick</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Nov 2007 02:58:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Dotta</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Livros de mochila]]></category>

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		<description><![CDATA[A misteriosa baleia criava (talvez ainda crie) um fascínio incurável aos seus caçadores, sair vivo depois de encontrá-la era uma vitória, os relatos destes sobreviventes não eram simples histórias de pescadores, eram fabulosas histórias de pescadores de baleia.
Este clássico foi recontado por Fernando Nuno em mais um livro da coleção &#8220;Correndo Mundo&#8221;, a mesma do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.livrodemochila.com/wp-content/uploads/2007/11/mobydick.gif" alt="mobydick.gif" align="right" />A misteriosa baleia criava (talvez ainda crie) um fascínio incurável aos seus caçadores, sair vivo depois de encontrá-la era uma vitória, os relatos destes sobreviventes não eram simples histórias de pescadores, eram <strong>fabulosas histórias de pescadores de baleia</strong>.</p>
<p>Este clássico foi recontado por Fernando Nuno em mais um livro da coleção &#8220;Correndo Mundo&#8221;, a mesma do &#8220;As Viagens de Gulliver&#8221;, este por sinal está <a href="http://www.livrodemochila.com/2007/08/boa-viagem-gulliver/" title="Livro de mochila: Boa viagem Gulliver">viajando novamente pelo mundo</a>, talvez Moby Dick e seus caçadores sejam os próximos.</p>
<p>Segundo o Frederico &#8220;Sono mais pesado que baleia&#8221; Dubiel, o livro original não é bem um livro de mochila, pois é grande, pesado e digamos que não cansa somente as costas. Deixo então esse peso para as costas do Capitão Acab, que além de perder a perna para a baleia, <strong>perdeu boa parte do seu juízo e conseguiu de uma forma insana incentivar a todos </strong>tripulantes a caçar<strong> </strong>o temido cachalote branco.</p>
<p>Depois do primeiro contato com Moby Dick, os homens eram enfeitiçados pelo seu fascínio, persegui-la era uma objetivo de vida, nada tirava isso de suas cabeças, nem que tivessem que perdê-las. Contudo, Ismael, o narrador e tripulante, estava em outro nível de fascínio, no horizonte, no mar, na viagem.</p>
<h3>Cuidado com sonhadores</h3>
<p>O Ismael também dá uma alerta muito importante aos comandantes de barcos pesqueiros!<strong>  </strong></p>
<blockquote><p><em>&#8220;Cuidado ao contratar rapazes de aparência sonhadora, magros e de olhos fundos; muito cuidado, pois as baleias tem de ser avistadas antes de serem caçadas. Um rapaz afeito as meditações levará o seu navio a dar dez voltas ao mundo sem avistar uma única baleia&#8221;</em></p></blockquote>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.livrodemochila.com/wp-content/uploads/2007/11/logo_lua.jpg" alt="logo_lua.jpg" /></p>
<p>Quase neste exato momento a <a href="http://dai.lendo.org/" title="Blog da Dai" target="_blank">Daisy &#8220;Poetisa pirata&#8221; Carvalho</a> passou gritando de longe em sua jangada a mil ventos misteriosos, que o capitão havia me visto fora do posto de vigia olhando para a lua e não para a baleia, tentei me organizar, posicionar e focar, mas antes de voltar ao posto viajei no alerta do Ismael:</p>
<blockquote><p><em>&#8230; dez voltas ao mundo</em> &#8230;</p></blockquote>
<p>Antes de voltar a terra novamente, não é que velozmente aquela pirata dos ventos poéticos voltou atacando a estibordo  dando a última chance :</p>
<blockquote><p><em>Pule agora desse barco fantasma, ele afundará junto com todos os tripulantes cegos pelo óleo da baleia, salte ao mar e corra o risco de se afogar sonhando com a lua.</em></p></blockquote>
<h3>Volto ao posto de trabalho ou me jogo ao mar?</h3>
<p>Não sou bom nadador, posso me afogar, mas prefiro ver a lua turva pelo oceano que me cobre do que viver fingindo um caçador de baleias.</p>
<p>Bons ventos e correntes que me guiem.</p>
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		<title>Viciados na Viagem</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Oct 2007 16:50:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Dotta</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Engraçado que sempre que tentamos descrever um sonho, o resultado geralmente é um tanto surreal e psicodélico, muito parecido com aquelas &#8220;viagens hippies&#8221;, mas nada de bad trip.
O que importa mesmo, sendo hippie ou não, é que geralmente depois que as pessoas experimentam da viagem, tornam-se viciadas e compulsivas, este vício infesta a mente e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Engraçado que sempre que tentamos descrever um sonho, o resultado geralmente é um tanto surreal e psicodélico, muito parecido com aquelas &#8220;viagens hippies&#8221;, mas nada de <em>bad trip</em>.</p>
<p>O que importa mesmo, sendo hippie ou não, é que geralmente depois que as pessoas <strong>experimentam da viagem, tornam-se viciadas e compulsivas</strong>, este vício infesta a mente e  sonhos, se tornando as vezes um vírus transmitido apenas pelo convívio.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.livrodemochila.com/wp-content/uploads/2007/10/logo_virus.gif" alt="logo_virus.gif" /></p>
<p>Aconteceu comigo, confesso que sou viciado no barato da viagem, só leio, sonho, falo, assisto coisas derivadas, isso aqui é o resultado. Mas não estou sozinho e não somos poucos, a professora e psicopedagoga Daniela &#8220;Inquieta&#8221; Ramos notou este comportamento em seus pacientes e nela mesma, uma viagem parece marcar mais do que imaginamos e possui elementos que causam dependência, <strong>felizmente ainda não encontraram tratamento</strong>.</p>
<h3>Sonhando com viagens</h3>
<p>Esse vicio invade e muda nossos sonhos, dessa forma viagem e sonho andam juntos, mesmo que uma viagem não seja necessariamente a viagem dos sonhos, as coisas acontecem de formas parecidas, já que freqüentemente esquecemos da metade das histórias, tudo acontece muito rápido, as vezes sem sentido e com <strong>muitas emoções</strong>, foi pensando quase nisso tudo que o pessoal das Havaianas preparou comerciais bem viajandões &#8230;</p>
<p align="center"><object type="application/x-shockwave-flash" data="http://www.youtube.com/v/3l1l2GDKycA" width="425" height="350" wmode="transparent">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/3l1l2GDKycA" /></object></p>
<p align="left">Essa paz e amor, bem como um par de havaianas, merecem lugares reservados na mochila, e tem mais &#8230;</p>
<p align="center"> <object type="application/x-shockwave-flash" data="http://www.youtube.com/v/iDX4RmdbcO0" width="425" height="350" wmode="transparent">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/iDX4RmdbcO0" /></object></p>
<p align="center"> <object type="application/x-shockwave-flash" data="http://www.youtube.com/v/jgNMVmhpZT8" width="425" height="350" wmode="transparent">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/jgNMVmhpZT8" /></object></p>
<p>Em meio a toda essa nuvem de publicidade, viagens compulsivas, sonho (de profissão) e hippie (aquele olhar não me engana), podemos encontrar o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ricardo_Freire" title="Ricardo Freire na Wikipedia" target="_blank">Ricardo Freire</a> caminhando com sua mochila e havaianas 43/44, <a href="http://viajenaviagem.wordpress.com/2007/10/30/que-idade-voce-calca/" title="VnV - Que idade você calça?" target="_blank">ontem ele teve orgulho de calça-las</a>, este <strong>viajante é o hospedeiro e transmissor do vício de viajar</strong>, agora ele está mais &#8220;experiente&#8221;, muito cuidado!</p>
<h3>VnV - Viciados na Viagem</h3>
<p>Este viajante já incentivou e guiou muitos novos membros no VnV (Viciados na viagem), tornou-se capitão do grupo e para mascarar a comunidade, trocou para <a href="http://viajenaviagem.wordpress.com/" title="Blog Viaje na Viagem" target="_blank">VnV (Viaje na Viagem)</a>.</p>
<p>Demorei mas consegui fazer o gancho final, <strong>parabéns capitão</strong>.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Uma viagem vale por mil imagens</title>
		<link>http://feeds.feedburner.com/~r/LivroDeMochila/~3/172355091/</link>
		<comments>http://www.livrodemochila.com/2007/10/uma-viagem-vale-por-mil-imagens/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 20 Oct 2007 02:46:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Dotta</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Relatos e fatos]]></category>

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		<description><![CDATA[Fotografar e viajar são ótimas companhias, inclusive, além das histórias de viajantes, as oportunidades de boas fotografias serviram como um bom estimulo para começar a viajar, mas felizmente hoje as coisas mudaram um pouco, a partir de alguns acontecimentos percebi que ao ganhar fotos, perdia fatos.
Estávamos passeando pela região de Urubici (serra caterinense), onde fomos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Fotografar e viajar são ótimas companhias</strong>, inclusive, além das histórias de viajantes, as oportunidades de boas fotografias serviram como um bom estimulo para começar a viajar, mas felizmente hoje as coisas mudaram um pouco, a partir de alguns acontecimentos percebi que ao ganhar fotos, perdia fatos.</p>
<p>Estávamos passeando pela região de Urubici (serra caterinense), onde fomos presenteados com <strong>incríveis paisagens</strong> e um clima quase perfeito (esperávamos neve), após alguns minutos observando a <strong>pedra furada e os recortes das montanhas</strong> resolvemos que já bastava por ali, decidindo então partir para novas vistas.</p>
<p>Quando saíamos, uma família bem atrapalhada chegava e se arrumava para um piquenique, enquanto a mãe abria uma grande toalha, a gurizada, sobre protesto do pai, já corria para arremessar as primeiras pedras na tentativa de ouvi-las atingir o fundo.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.livrodemochila.com/wp-content/uploads/2007/10/urubici1.jpg" alt="urubici1.jpg" /></p>
<p>Observei aquilo tudo em poucos minutos, quase os mesmos minutos usados para enjoar da vista, ou seja, o tempo do cartão de memória registrar boas fotos e as insaciáveis lentes quererem novas paisagens.</p>
<h3>Viagem não é nada, imagem é tudo</h3>
<p>Antes mesmo de curtir a paisagem e amigos, sacávamos as máquinas já tentando enquadrar aquela beleza toda, e se não coubesse tudo em uma só, então que fossem vários cliques <em>- E agora, tira uma comigo e a pedra no fundo, estou bonito?!</em></p>
<p>Estávamos sendo escravizados pela necessidade de registrar tudo antes que esquecêssemos ou para <strong>provar para os outros e a nós mesmos que estivemos ali</strong>, seria mais um ponto no mapa<em>.</em></p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.livrodemochila.com/wp-content/uploads/2007/10/urubici2.jpg" alt="urubici2.jpg" /></p>
<p>Aquele esplêndido lugar não significou nada, a ida até ali foi para ver com <strong>as próprias lentes da maquina</strong>, onde mais tarde poderia ser &#8220;recordado&#8221; nos milhares vídeos e fotos. Possivelmente foram imagens assim que incentivaram a realização da viagem, elas são poderosas e atrativas, mas afinal, estávamos lá para curtir o lugar ou para tirar uma foto igual aquela da internet?</p>
<p>Acontece que hoje a foto parece mais uma da internet, as vezes até me questiono se é minha mesmo. Percebi também que a correria em uma viagem é tanta, que acabamos não vendo o lugar sem intermediação de uma lente.</p>
<h3>Viver a viagem</h3>
<p>Aquela família estava ali para curtir um belo dia, apreciando a paisagem e a companhia, conversando, brigando e se divertindo, estavam vivendo o lugar. Nós, ao contrário, já estávamos longe e sedentos de novas viagens, &#8220;contentes&#8221; em voltar para casa com a memória lotada de megabytes, sem espaço para experiências e novas idéias.</p>
<p>Tenho que voltar, alguém topa um piquenique a beira do morro da igreja?<br />
Fiquem tranquilos, não vou proibir máquinas fotográficas, só vou jogá-las para ouvir atingir o fundo.<br />
Mas só desta vez! <img src='http://www.livrodemochila.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /></p>
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		<title>Prêmio volta ao mundo</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Oct 2007 01:11:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Dotta</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sobre o projeto]]></category>

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		<description><![CDATA[Nota do plantão, o pessoal da Editora Abril gostou do Livro de Mochila e decidiu por a prova para votação popular.
Na verdade isso é fruto da minha inscrição no Prêmio de Criatividade Jovem - 2ª Volta ao Mundo Negresco, e para minha surpresa (sempre é assim né?)  fui selecionado para as semi-finais, até novembro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nota do plantão, o pessoal da <strong>Editora Abril gostou do Livro de Mochila</strong> e decidiu por a prova para votação popular.</p>
<p><img src="http://www.livrodemochila.com/wp-content/uploads/2007/10/logo_negrescop.gif" alt="logo_negrescop.gif" align="right" />Na verdade isso é fruto da minha inscrição no <a href="http://www.premiovoltaaomundo.com.br/" target="_blank">Prêmio de Criatividade Jovem - 2ª Volta ao Mundo Negresco</a>, e para minha surpresa (sempre é assim né?)  fui selecionado para as semi-finais, até novembro estou concorrendo com mais 4 blogueiros por uma vaga na final.</p>
<p>A Negresco e a Abril darão de presente uma <strong>bela viagem de volta ao mundo</strong> com tudo pago, serão os 30 dias mais incríveis para o viajante vencedor.</p>
<p>Acesse a <a href="http://mundoestranho.abril.com.br/premiovoltaaomundo/finalistas/blog.shtml" target="_blank">lista dos 5 sites (categoria blog)</a> concorrentes, para votar basta clicar no escolhido e desejar boa viagem, é claro que se o mouse escorregar para o tal Diego F. Dotta Couto do Livro de Mochila, é provável que a bagagem dele volte cheia de  histórias e aventuras de russos, japoneses, italianos e com certeza de um brasileiro perdido nas traduções.</p>
<hr />
<p align="center"> <em><font color="#ff0000">Atualizado em 30/11/2007: Infelizmente não fui selecionado para a próxima etapa, mas muitíssimo obrigado a todos pela força e boa viagem ao ganhador.</font></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ler, viajar e … enjoar</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Oct 2007 00:49:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Dotta</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Relatos e fatos]]></category>

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		<description><![CDATA[Ler em movimento (avião, trem, ônibus, &#8230;) é um desafio para muitos, inclusive para mim, então como resolvo falar sobre livros e viagens se ao ler apenas o título do livro, enquanto a paisagem la fora está monótona, as coisas já começam a rodar?
Não me perguntem, ainda estou na busca por uma solução.

Neste barco também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ler em movimento (avião, trem, ônibus, &#8230;) é um desafio para muitos, inclusive para mim, então como resolvo falar sobre livros e viagens se ao ler apenas o título do livro, enquanto a paisagem la fora está monótona, as coisas já começam a rodar?</p>
<p><strong>Não me perguntem, ainda estou na busca por uma solução.</strong></p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.livrodemochila.com/wp-content/uploads/2007/10/logo_enjoo.gif" alt="logo_enjoo.gif" /></p>
<p>Neste barco também tem muita gente mareada, portanto existem diversas soluções populares, a Familia Schürmann tem algumas:</p>
<blockquote><p>“A bordo, se vemos alguém pálido e bocejando, já sabemos que é um candidato ao <em>mal de mer. </em>A primeira providencia é fazer a pessoa se deitar em lugar ventilado. Relaxar e dormir ajuda muito. Também vale aplicar compressas frias ou cubos de gelo na cabeça e nuca.”</p></blockquote>
<h3>Técnicas avançadas</h3>
<p><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=48059" title="Para não enjoar no carro, artigo de Suzana Herculano-Houzel" target="_blank">Especialistas analisaram este problema</a>, mas infelizmente não trouxeram nenhuma novidade, esqueceram de analisar o DNA das pessoas que possuem o dom da leitura móvel, ou será que o cérebro dos mareados é muito pequeno e balança em um vazio anormal?</p>
<p>De qualquer forma, busquei preencher este vazio com dicas de experientes enjoados no mar da internet:</p>
<ul>
<li><strong> O calor enjoa</strong>, 	melhor passar frio que passar por apuros. (Comprovado, parece ter 	efeito)</li>
<li><strong> Som na caixa do 	ouvido</strong>, e de preferência muito alto. (Talvez o som alto afete os órgãos de equilíbrio do ouvido, mas como faltei nesta aula de 	biologia, pode ser mais uma daquelas notícias de blogueiros)</li>
<li><strong>Conversar as vezes ajuda</strong>, mas talvez o estômago também 	queira participar do papo.</li>
<li> Evite drama, 	<strong>Dramin na veia</strong>. (Será que vale a pena trocar uma viagem 	enjoado por um sono dopado?)</li>
<li> Depois de muitas 	horas de desequilíbrio<strong> o organismo se acostuma</strong>. 	(Concordo, depois de 20h rodoviárias me aventurei na leitura, 	foi um dia inesquecível)</li>
</ul>
<p>E vocês navegadores que desembarcaram por aqui, <strong>conhecem estratégias populares ou simpatias para este mal?</strong></p>
<p>Farão um bem para humanidade viajante.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>20 anos em busca do sonho</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Oct 2007 03:16:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Dotta</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Livros de mochila]]></category>

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		<description><![CDATA[Com muito planejamento e disciplina a Família Schürmann alcançou um patamar de reconhecimento e experiência invejável, impulsionada pelos sonhos, hoje a família carrega e compartilha sua bagagem ainda em constante crescimento.
&#8220;Em busca do sonho&#8221; reuni experiências e histórias de vinte anos da família por mar e terra, a co-pilota Heloisa Schürmann conta em detalhes desde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.livrodemochila.com/wp-content/uploads/2007/10/em_busca_do_sonho.jpg" alt="Em busca do sonho" align="right" />Com muito planejamento e disciplina a <a href="http://www.schurmann.com.br" title="Site oficial da Família Schurmann" target="_blank">Família Schürmann</a> alcançou um patamar de reconhecimento e experiência invejável, impulsionada pelos sonhos, hoje a família carrega e compartilha sua bagagem ainda em constante crescimento.</p>
<p>&#8220;Em busca do sonho&#8221; reuni experiências e <strong>histórias de vinte anos da família</strong> por mar e terra, a co-pilota Heloisa Schürmann conta em detalhes desde o nascimento do sonho, quando mal entendiam do mar e seus mistérios, até hoje, quando aprenderam a respeitá-lo.</p>
<h3>Arriscar é poder acertar</h3>
<p>Antes mesmo de iniciar o planejamento da primeira viagem, decidiram não contar para seus familiares sobre seus planos, guardando segredo durante quase 10 anos, avisariam somente 1 mês antes do embarque que não iriam mais seguir viagem contra o vento, a partir daquele momento<strong> seriam guiados pelos ventos dos sonhos</strong>.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.livrodemochila.com/wp-content/uploads/2007/10/logo_onda1.gif" alt="logo_onda1.gif" /></p>
<p>Como se esperava, depois da notícia as discórdias foram muitas, mas a <strong>ventania acumulada em 10 anos</strong> superou os poucos dias de vento contra, provavelmente o barco correria o risco de virar caso a notícia chegasse mais cedo as grandes tempestades da oposição.</p>
<p>É compreensível o medo nestes casos, de arriscar uma vida profissional almejada por muitos, para viajar pelo mundo em um pequeno barco, trocando a &#8220;segurança e certeza&#8221; de um futuro de sucesso por aventuras pelo inseguro e incerto planeta.</p>
<p>Acredito que a ansiedade dos tempestuosos em gritar, &#8220;Eu avisei!&#8221;, foi afundada depois de 20 anos.</p>
<hr />
<h3><img src="http://www.livrodemochila.com/wp-content/uploads/2007/10/heloisa_schurmann.jpg" alt="Heloisa Schurmann" align="left" />Heloisa Schürmann</h3>
<p>Formiga (apelido na família) graduou-se como professora de inglês na New York University.  Em Florianópolis, foi proprietária de uma escola de inglês com cerca de mil alunos. Leitora apaixonada do escritor francês Jules Verne, ela abandonou a vida segura em Santa Catarina para viver o sonho de se aventurar pelo mundo em família. Heloisa é autora também de “Dez anos no Mar” (1995) e “Um Mundo de Aventuras” (2000).</p>
<hr /> Não importa se é cedo ou tarde para pegar carona nos <strong>sonhadores ventos</strong>, mas sim a força desses sonhos para aguentar <strong>as tempestades da discórdia</strong>.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Viagem experiência rumo ao desconhecido?</title>
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		<comments>http://www.livrodemochila.com/2007/09/viagem-experiencia-rumo-ao-desconhecido/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Sep 2007 01:14:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Dotta</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Relatos e fatos]]></category>

		<category><![CDATA[Viagens alternativas]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava acompanhando algumas conversas reais e outras virtuais instigadas pelo Ricardo Freire, principalmente se informação demais poderia estragar uma viagem, então tive algumas idéias alternativas para tornar uma viagem diferente e mais emocionante, para quem não é dos esportes radicais como nós, as vezes as coisas ficam um pouco monótonas.
Dentre as idéias que surgiram conseguimos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava acompanhando algumas conversas reais e outras virtuais instigadas pelo <a href="http://viajenaviagem.wordpress.com/" title="Ricardo Freire no Viaje na viagem" target="_blank">Ricardo Freire</a>, principalmente se <a href="http://viajenaviagem.wordpress.com/2007/03/18/obrigado-filipe/" title="Viaje na viagem: Se informar estraga?" target="_blank">informação demais poderia estragar uma viagem</a>, então tive algumas idéias alternativas para tornar uma viagem diferente e mais emocionante, para quem não é dos esportes radicais como nós, as vezes as coisas ficam um pouco monótonas.</p>
<p>Dentre as idéias que surgiram conseguimos &#8220;por em prática&#8221; uma viagem que é a nossa cara (sem planejamento, dinheiro, noção &#8230;). Em termos mais publicitários, pode ser chamada de uma Viagem Experiência, ou traduzida livremente como &#8220;Non sense experience travel&#8221;, mas na realidade foi a viagem que o único requisito era &#8220;vamos viajar&#8221;, nem que tenhamos de passar por cima do nosso próprio cadáver.</p>
<p>Estávamos ansiosos, já que esse ano de 2007, apesar de boas as viagens foram raras. Preparamos as mochilas para uma viagem de até 3 dias para algum lugar frio ou quente, longe ou perto, caro ou barato, e outros antônimos derivados.. <strong>Ou seja, não tínhamos um destino certo</strong>, nem errado.</p>
<p>Apesar de algumas críticas quanto a nossa sanidade, muitas pessoas desejaram boa viagem.</p>
<p>Bom, tentei criar uma história em quadrinhos da experiência, mas é difícil resumir todo o fiasco em poucos quadros.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.livrodemochila.com/wp-content/uploads/2007/09/hq_viagemsemdestino_m.jpg" alt="hq_viagemsemdestino_m.jpg" /></p>
<h3>Conclusão</h3>
<p>A idéia é muito boa, realmente torna a viagem emocionante, as vezes quase estressante, para isso é recomendado fazer tal empreitada <strong>fora de feriadões</strong> e de preferência não aceitar destinos já conhecidos, muito menos a cidade natal.</p>
<p>Outras descobertas:</p>
<ul>
<li>Estamos no Brasil e muitas pessoas compram as coisas em cima da hora,</li>
<li>Ao contrário dos aeroportos, passagens rodoviárias compradas em cima da hora não tem desconto,</li>
<li>Utilizar pensamento positivo para que o universo conspire a seu favor gera um caos universal quando todos usam da mesma prática,</li>
<li>Os funcionários da rodoviário não tem obrigação de conhecer todas as cidades do Brasil, perguntar demais pode parecer um fugitivo da cadeia,</li>
<li>Algumas pessoas (nossos colegas de poltrona) reservam duas vagas vizinhas e cancelam uma delas na última hora, aumentando as chances de viajarem sozinhas, só não contavam com nossos planos alternativos,</li>
<li>Avisar apenas um parente, mesmo que em cima da hora,  que está chegando é a mesma coisa que avisar toda a cidade.</li>
</ul>
<p>Brincadeiras a parte, acabamos descobrindo coisas interessantes, a cidade natal pode tornar-se interessante observada com olhos de turista, é curioso notar pessoas comuns e lugares incomuns que passaram desapercebidos em outros momentos, <strong>nos tornamos e buscamos o diferente longe de casa, ao mudar de cidade mudamos nossa percepção e atitudes</strong>, sendo que poderíamos mudar sem fugir muito, aproveitando a cultura e as pessoas próximas, realizando experiências no bairro vizinho, viagens pela quadra, <strong>mudanças em nós mesmos</strong>.</p>
<p>Ainda não desistimos, um dia faremos uma viagem destas, alguém já fez algo parecido?</p>
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