08, nov, 2007
A misteriosa baleia criava (talvez ainda crie) um fascínio incurável aos seus caçadores, sair vivo depois de encontrá-la era uma vitória, os relatos destes sobreviventes não eram simples histórias de pescadores, eram fabulosas histórias de pescadores de baleia.

Este clássico foi recontado por Fernando Nuno em mais um livro da coleção “Correndo Mundo”, a mesma do “As Viagens de Gulliver”, este por sinal está viajando novamente pelo mundo, talvez Moby Dick e seus caçadores sejam os próximos.
Segundo o Frederico “Sono mais pesado que baleia” Dubiel, o livro original não é bem um livro de mochila, pois é grande, pesado e digamos que não cansa somente as costas. Deixo então esse peso para as costas do Capitão Acab, que além de perder a perna para a baleia, perdeu boa parte do seu juízo e conseguiu de uma forma insana incentivar a todos tripulantes a caçar o temido cachalote branco.
Depois do primeiro contato com Moby Dick, os homens eram enfeitiçados pelo seu fascínio, persegui-la era uma objetivo de vida, nada tirava isso de suas cabeças, nem que tivessem que perdê-las. Contudo, Ismael, o narrador e tripulante, estava em outro nível de fascínio, no horizonte, no mar, na viagem.
O Ismael também dá uma alerta muito importante aos comandantes de barcos pesqueiros!
“Cuidado ao contratar rapazes de aparência sonhadora, magros e de olhos fundos; muito cuidado, pois as baleias tem de ser avistadas antes de serem caçadas. Um rapaz afeito as meditações levará o seu navio a dar dez voltas ao mundo sem avistar uma única baleia”
Quase neste exato momento a Daisy “Poetisa pirata” Carvalho passou gritando de longe em sua jangada a mil ventos misteriosos, que o capitão havia me visto fora do posto de vigia olhando para a lua e não para a baleia, tentei me organizar, posicionar e focar, mas antes de voltar ao posto viajei no alerta do Ismael:
… dez voltas ao mundo …
Antes de voltar a terra novamente, não é que velozmente aquela pirata dos ventos poéticos voltou atacando a estibordo dando a última chance :
Pule agora desse barco fantasma, ele afundará junto com todos os tripulantes cegos pelo óleo da baleia, salte ao mar e corra o risco de se afogar sonhando com a lua.
Não sou bom nadador, posso me afogar, mas prefiro ver a lua turva pelo oceano que me cobre do que viver fingindo um caçador de baleias.
Bons ventos e correntes que me guiem.
Palavras e idéias que surgem com o vento e se perdem por ai.
Alguém tem um Long John (Roupa de Borracha de inverno) usado para vender ou doar? Quero fazer uns testes para umas aventuras de caiaque antes de comprar um novo.
(0) 19/mai/2010 as 11:54Para quem ainda não viu já saiu o segundo episódio da Viagem para o Salto do Yucumã com um monólogo chato e nada conclusivo e também umas cenas deletadas como presente grego. Estão lá no post da viagem: http://www.livrodemochila.com/2010/04/salto-do-yucuma/ É só clicar nas setinhas do vídeo para assitir os outros episódios.
(0) 02/mai/2010 as 19:43Roubando madeira de construçoes para construir a mesa da Kombi. Vou colocar a prova minha falta de habilidade com madeira. (Mensagem enviada de algum lugar distante da internet)
(0) 18/abr/2010 as 15:33
OBSESSÃO DO MAR OCEANO
Vou andando feliz pelas ruas sem nome…
Que vento bom sopra do Mar Oceano!
Meu amor eu nem sei como se chama,
Nem sei se é muito longe o Mar Oceano…
Mas há vasos cobertos de conchinhas
Sobre as mesas… e moças na janelas
Com brincos e pulseiras de coral…
Búzios calçando portas… caravelas
Sonhando imóveis sobre velhos pianos…
Nisto,
Na vitrina do bric o teu sorriso,
E eu me lembrei do pobre imperador Adriano,
De su’alma perdida e vaga na neblina…
Mas como sopra o vento sobre o Mar Oceano!
Se eu morresse amanhã, só deixaria, só,
Uma caixa de música
Uma bússola
Um mapa figurado
Uns poemas cheios de beleza única
De estarem inconclusos…
Mas como sopra o vento nestas ruas de outono!
E eu nem sei, eu nem sei como te chamas…
Mas nos encontramos sobre o Mar Oceano,
Quando eu também já não tiver mais nome.
Mario Quintana – O Aprendiz de Feiticeiro
Estou longe dos portos reais e virtuais, este porto é mais tranquilo, de aguas meio escuras e profundas, estou sozinho, sempre estou sozinho neste porto, venho aqui de vez em quando, geralmente a noite, em noites sem lua nem estrelas, mas cheio de cometas, muitos e muitos passam, aparecem de todo lado, infinitamente.
Adoro este lugar, as vezes desejo permanecer mais tempo, mas o raiar do dia o torna muito movimentado, muito real, virtual.
Oi, astronauta (?)
Estou preparando um conto/crônica sobre aqueles e-mails engraçados
Em que porto se encontra, marujo?
Beijo da Dai, Di
Iguatemi!!! esse msm… hahahah
entao… o bairro q mminha tia eh por ali…. virando a direita na eskina do shopping….e dpois vira a direita novamente…. onde tem umas casas maneiras… rsrrs
bjo!
ah! me add no msn…
Olá!
Gosto de trilhas sim…. mas vamo ve se o tempo ajuda neh
a casa da minha tia eh num condominio… um bairro totalmente residencial…fica perto d um shopping q qd eu fui em janeiro ainda estava sendo construido… hahah
sera q vc consegue identificar ond eh??/ rsrsr
bom… eh isso… nos falamos!
bj
Hhehehe, acho bom começar a me acostumar nas suas viagens ne?
Garoto, parabens pelo texto. Tá um bom “poeteiro” (depois te explico pelo msn, eehhehehe).
Abração e seja bem-vindo a família T&A.
Taí um livro q não consigo ler… Moby DIck… não sei por qual motivo, mas simplesmente nao nos encaixamos…rsrs
E a sua “viagem” foi grande dessa vez!!! rsrsrs
Aliás, vi sua coluna no T&A… gostei! esperarei novos textos…
Será q nos esbarramos no feriado em Floripa??? Estou voltando para a Ilha da Magia.
Bjao
Oi
Antes de qualquer viagem, é bom estar preparado para eventuais apuros em alto mar.
Antes do apito do capitão, poderia ir no Blog da Dai, junto a outros convidados para deixar um bilhete sobre “cornos”?
Mas não vá, se isto lhe fizer mal.
Beijo
hahaha…
Ah Essas poesias.. são mais fortes do que eu pensava, então se eu não posso com elas, junto-me a elas!
Mas ainda prefiro deixá-las nos braços de vocês mulheres, são mais fortes :p
Hum! pra quem não gosta de poesia, vc andou se esforçando ou ficou muito tempo com o sr. frederico Dubiel…hehehe
Interessante estória, gostei dela!. Acredito nos sonhos e já dizia Jeremy Irons: “Todos nós temos nossas máquinas do tempo. Algumas nos levam de volta, elas são chamadas recordações. Algumas nos levam adiante, elas são chamadas sonhos.”
:p
Hahahahaha… Acho que estou bem, apesar de alguns acharem que não, hehehehe…
Viajei mesmo, culpa do vírus da viagem. :p
Cara, tudo bem contigo? Me diz, que tipo de droga estás usando? hhahahahhaha
Muita viagem mano…. mas vá em frente…
Eu também estou partindo.
Grande abraço e força na próxima partida.
Sonhar é preciso. O que seria do mundo sem os bons sonhos realizados pelos sonhadores. Sonhar é o primeiro passo, o resto depende de nós.
Meu, que viagem louca isso tudo.