30, out, 2007
Engraçado que sempre que tentamos descrever um sonho, o resultado geralmente é um tanto surreal e psicodélico, muito parecido com aquelas “viagens hippies”, mas nada de bad trip.
O que importa mesmo, sendo hippie ou não, é que geralmente depois que as pessoas experimentam da viagem, tornam-se viciadas e compulsivas, este vício infesta a mente e sonhos, se tornando as vezes um vírus transmitido apenas pelo convívio.

Aconteceu comigo, confesso que sou viciado no barato da viagem, só leio, sonho, falo, assisto coisas derivadas, isso aqui é o resultado. Mas não estou sozinho e não somos poucos, a professora e psicopedagoga Daniela “Inquieta” Ramos notou este comportamento em seus pacientes e nela mesma, uma viagem parece marcar mais do que imaginamos e possui elementos que causam dependência, felizmente ainda não encontraram tratamento.
Esse vicio invade e muda nossos sonhos, dessa forma viagem e sonho andam juntos, mesmo que uma viagem não seja necessariamente a viagem dos sonhos, as coisas acontecem de formas parecidas, já que freqüentemente esquecemos da metade das histórias, tudo acontece muito rápido, as vezes sem sentido e com muitas emoções, foi pensando quase nisso tudo que o pessoal das Havaianas preparou comerciais bem viajandões …
Essa paz e amor, bem como um par de havaianas, merecem lugares reservados na mochila, e tem mais …
Em meio a toda essa nuvem de publicidade, viagens compulsivas, sonho (de profissão) e hippie (aquele olhar não me engana), podemos encontrar o Ricardo Freire caminhando com sua mochila e havaianas 43/44, ontem ele teve orgulho de calça-las, este viajante é o hospedeiro e transmissor do vício de viajar, agora ele está mais “experiente”, muito cuidado!
Este viajante já incentivou e guiou muitos novos membros no VnV (Viciados na viagem), tornou-se capitão do grupo e para mascarar a comunidade, trocou para VnV (Viaje na Viagem).
Demorei mas consegui fazer o gancho final, parabéns capitão.
Palavras e idéias que surgem com o vento e se perdem por ai.
Alguém tem um Long John (Roupa de Borracha de inverno) usado para vender ou doar? Quero fazer uns testes para umas aventuras de caiaque antes de comprar um novo.
(0) 19/mai/2010 as 11:54Para quem ainda não viu já saiu o segundo episódio da Viagem para o Salto do Yucumã com um monólogo chato e nada conclusivo e também umas cenas deletadas como presente grego. Estão lá no post da viagem: http://www.livrodemochila.com/2010/04/salto-do-yucuma/ É só clicar nas setinhas do vídeo para assitir os outros episódios.
(0) 02/mai/2010 as 19:43Roubando madeira de construçoes para construir a mesa da Kombi. Vou colocar a prova minha falta de habilidade com madeira. (Mensagem enviada de algum lugar distante da internet)
(0) 18/abr/2010 as 15:33
Grande figura o Roberto Vazz de Floripa. Tenho o livro dele permanentemente na minha mochila.
quem não sonha não viaja, e quem não viaja não vive.
Viajar é tudo de bom!! Esse vício sim tem que ser espalhado!!
Bjo
Também estou mais para essas viagens atualmente Daisy, mas ainda não ganham das suas, hehehehe…
Obrigado Debora, mas eu demorei para perceber isso, estou tentando correr atrás agora.
Bem que queria uma coleção do tal médico louco hein Mandrake, hehehehe…
Quero muito conhecer o mundo e essas pessoas Marcella, me aguarde!
No meu sabatico de um ano, encontro gente que esta na estrada ha seis, sete, dez anos. Seguidos! Ha gente que faz da viagem um modo de vida. Beijos dos Himalaias
Pois é, para mim,lembranças,recordações de viagens surgem em qualquer hora e lugar, até no consultório de um médico. Aguarde meu relato “Entrevista com um executivo da saúde”, ou de como um médico consegue cativar pacientes. Já pensou, entrar em um consultório médico e se deparar com coleções de miniaturas de objetos que você já viu em suas viagens pelo mundo. Sonhar e recordar, é demais….. Você sai curado do consultório, para novas viagens. Se forem ótimas, cuidado com a Síndrome do Retorno.
Genial! Cheguei aqui por uma indicação do Sr. Tonico, popular Antunes, e me identifiquei. Adoro viajar, conhecer tudo, e achei show tua idéia de blog! Congratulations!
(no fim das contas, só o que fica são as nossas experiências, o resto vira pó)
Preciso urgentemente de uma recaída, Di.
É fantástico como viagens marcam mesmo nossa alma. Acho que o homem parado involui, então tem mais que viajar nem que seja em pensamento hehe (o que tenho feito ultimamente)
bj!