Ler, viajar e … enjoar
Relatos e fatos 14 Outubro, 2007Ir direto para os comentários
Ler em movimento (avião, trem, ônibus, …) é um desafio para muitos, inclusive para mim, então como resolvo falar sobre livros e viagens se ao ler apenas o título do livro, enquanto a paisagem la fora está monótona, as coisas já começam a rodar?
Não me perguntem, ainda estou na busca por uma solução.

Neste barco também tem muita gente mareada, portanto existem diversas soluções populares, a Familia Schürmann tem algumas:
“A bordo, se vemos alguém pálido e bocejando, já sabemos que é um candidato ao mal de mer. A primeira providencia é fazer a pessoa se deitar em lugar ventilado. Relaxar e dormir ajuda muito. Também vale aplicar compressas frias ou cubos de gelo na cabeça e nuca.”
Técnicas avançadas
Especialistas analisaram este problema, mas infelizmente não trouxeram nenhuma novidade, esqueceram de analisar o DNA das pessoas que possuem o dom da leitura móvel, ou será que o cérebro dos mareados é muito pequeno e balança em um vazio anormal?
De qualquer forma, busquei preencher este vazio com dicas de experientes enjoados no mar da internet:
- O calor enjoa, melhor passar frio que passar por apuros. (Comprovado, parece ter efeito)
- Som na caixa do ouvido, e de preferência muito alto. (Talvez o som alto afete os órgãos de equilíbrio do ouvido, mas como faltei nesta aula de biologia, pode ser mais uma daquelas notícias de blogueiros)
- Conversar as vezes ajuda, mas talvez o estômago também queira participar do papo.
- Evite drama, Dramin na veia. (Será que vale a pena trocar uma viagem enjoado por um sono dopado?)
- Depois de muitas horas de desequilíbrio o organismo se acostuma. (Concordo, depois de 20h rodoviárias me aventurei na leitura, foi um dia inesquecível)
E vocês navegadores que desembarcaram por aqui, conhecem estratégias populares ou simpatias para este mal?
Farão um bem para humanidade viajante.
15 Outubro, 2007 às 5:56
Uma saida sao os audiolivros (assim que fala?). Tenho um otimo do Dalai Lama no meu iPod.
15 Outubro, 2007 às 10:35
Ae Diego, blz?
Vamos combinar… vi seu blog hj de manhã e pensei: putz, o blog dele é sobre viagens… já era minha volta ao mundo! ahhahhaha
Excelente blog (diga-se de passagem, a concorrência tá de alto nível não?)
Abçs
E boa sorte!
15 Outubro, 2007 às 15:05
Acredito que seja ideal para este problema Marcella, vou pesquisar sobre isso, talvez faça uma publicação especial sobre este assunto.
Hahahaha… Mas você é veterano de guerra Denis. Também fiquei surpreso em fazer parte dos semi-finalistas, mas de qualquer forma, boa viagem ao campeão.
15 Outubro, 2007 às 20:27
Concordo com a marcela, audiobooks é o que há.
Os mergulhadores usam vários tipos de medicamentos, talvez sejam uma saida.
15 Outubro, 2007 às 20:32
Pois é Fernando, estou atrasado neste assunto, o Michel (nãotemcomoesquecer) também comentou esses dias que andava (literalmente) usando desses audiobooks, estou na dívida.
Também ouvi falar desses medicamentos para mergulhadores, mas fico com a primeira alternativa.
16 Outubro, 2007 às 11:53
oi diegoooooooooooooooooooo!!!!!!!!!!
nossa que legal, pode contar com meu voto, querido…
ja votei…
vou torcer pra ti ganhar
abracao
16 Outubro, 2007 às 12:19
AAAAAAAA.. conheço bem desse assunto, eu q ja passei mtas e mtas horas com a cara pra fora da janela pegando um ventinhu e reclamando “mãe to enjoaaaadaa”, mas n sou tão empolgada a ler em viagem qto este meu irmao, infelizmente esse tipo de enjoo é hereditario HAUHAUHAUHA O meu segredo é bota pra fora.. HUAHUHUHAHAUHA Mas vai dize q nao alivia???
Abração guri espero q minha dica seja menos inutil qto tu achava q ia ser! =*~
19 Outubro, 2007 às 14:28
Adorei o blog!!!
uma dica que pra mim funciona:
mascar chiclete, em dias comuns eu odeio chiclete,
mas em viagens é indispensavel,sem açucar de preferencia…
acho que faz produzir mais saliva, sei que tem alguma lógica…=)
19 Outubro, 2007 às 23:56
Hahahahaha… é verdade, lembro de história que você utilizou desse artifício, aliviou para você, mas o pessoal do ônibus, coitados… hehehehe… Valeu Nina, pode deixar que nenhuma experiência é inútil.
Interessante Michele, mesmo que não lembre da lógica, o que vale é a contribuição para uma boa viagem.