Viagem experiência rumo ao desconhecido?
Relatos e fatos, Viagens alternativas 18 Setembro, 2007Ir direto para os comentários
Estava acompanhando algumas conversas reais e outras virtuais instigadas pelo Ricardo Freire, principalmente se informação demais poderia estragar uma viagem, então tive algumas idéias alternativas para tornar uma viagem diferente e mais emocionante, para quem não é dos esportes radicais como nós, as vezes as coisas ficam um pouco monótonas.
Dentre as idéias que surgiram conseguimos “por em prática” uma viagem que é a nossa cara (sem planejamento, dinheiro, noção …). Em termos mais publicitários, pode ser chamada de uma Viagem Experiência, ou traduzida livremente como “Non sense experience travel”, mas na realidade foi a viagem que o único requisito era “vamos viajar”, nem que tenhamos de passar por cima do nosso próprio cadáver.
Estávamos ansiosos, já que esse ano de 2007, apesar de boas as viagens foram raras. Preparamos as mochilas para uma viagem de até 3 dias para algum lugar frio ou quente, longe ou perto, caro ou barato, e outros antônimos derivados.. Ou seja, não tínhamos um destino certo, nem errado.
Apesar de algumas críticas quanto a nossa sanidade, muitas pessoas desejaram boa viagem.
Bom, tentei criar uma história em quadrinhos da experiência, mas é difícil resumir todo o fiasco em poucos quadros.

Conclusão
A idéia é muito boa, realmente torna a viagem emocionante, as vezes quase estressante, para isso é recomendado fazer tal empreitada fora de feriadões e de preferência não aceitar destinos já conhecidos, muito menos a cidade natal.
Outras descobertas:
- Estamos no Brasil e muitas pessoas compram as coisas em cima da hora,
- Ao contrário dos aeroportos, passagens rodoviárias compradas em cima da hora não tem desconto,
- Utilizar pensamento positivo para que o universo conspire a seu favor gera um caos universal quando todos usam da mesma prática,
- Os funcionários da rodoviário não tem obrigação de conhecer todas as cidades do Brasil, perguntar demais pode parecer um fugitivo da cadeia,
- Algumas pessoas (nossos colegas de poltrona) reservam duas vagas vizinhas e cancelam uma delas na última hora, aumentando as chances de viajarem sozinhas, só não contavam com nossos planos alternativos,
- Avisar apenas um parente, mesmo que em cima da hora, que está chegando é a mesma coisa que avisar toda a cidade.
Brincadeiras a parte, acabamos descobrindo coisas interessantes, a cidade natal pode tornar-se interessante observada com olhos de turista, é curioso notar pessoas comuns e lugares incomuns que passaram desapercebidos em outros momentos, nos tornamos e buscamos o diferente longe de casa, ao mudar de cidade mudamos nossa percepção e atitudes, sendo que poderíamos mudar sem fugir muito, aproveitando a cultura e as pessoas próximas, realizando experiências no bairro vizinho, viagens pela quadra, mudanças em nós mesmos.
Ainda não desistimos, um dia faremos uma viagem destas, alguém já fez algo parecido?
18 Setembro, 2007 às 22:33
hahahahahahahahaha as coisas nao rolaram como esperado mas parece ter sido divertido Diego, como voce mesmo disse o importante é poder rir disso tudo depois.
ps: no meio do texto tem um errinho, um viajante nao pode escrever viaGem errado ehm hahahahahahaha
18 Setembro, 2007 às 22:37
Ooo Fernando, rápido no gatilho rapaz, o português também é uma experiência de viaGem para mim, hehehehe…
Valeu pela correção.
18 Setembro, 2007 às 22:49
nunca fiz viagens parecidas com estas ou com est objetivo, sempre procuro informar-me bastant, inclusive nao me acalmo enquanto nao resrvo hotel e passagens, com certeza seria uma afliçao tudo isso se estivesse na sua pele.
nas minhas buscarei outras formas de torna-las emocionantes, boa sorte em suas experiencias Diego.
18 Setembro, 2007 às 23:04
hahahaha agora que entendi o onibus no quadrinho final, nao conseguiram trocar com os vizinhos metidos a espertos?
19 Setembro, 2007 às 9:49
É meu irmãozinho, belíssimo trabalho como sempre.. grande texto e dá pra viajar bastante..
Por muito tempo fui um viajante assim, perdidaço.. não tinha idéia das horas das passagens, das linhas, das cidades.. eu apenas pegada e ia.. geralmente depois de encher a cara em um bar até qdo resolvesse andar.. hueuheuheu aí já viu, tanta história que nem sei oq contar..
Mas prefiro pensar também no destino.. que por pior que pareça, aquilo tem uma razão especial por ter acontecido… é romântico e mais confortável.. bom, chega de viajar..
Sucesso, paz e boas viagens!!!
Michel
http://naotemcomoesquecer.wordpress.com/
19 Setembro, 2007 às 10:19
Eu também busco o maior número possível de informações, tanto turísticas quanto históricas, em outros tempos eu não dava valor, mas hoje é um prazer conhecer toda história do local.
Não teve jeito, geralmente quem compra a posição nos extremos do ônibus e faz aquele esquema de reserva são pessoas chatas (tivemos 2 casos comprovados) e não existe a possibilidade de inverter completamente, hehehehehe….
Pô Michel, você já é graduado nesse tipo de viagem, e possivelmente em todos os outros tipos também, hehehee… quero ver ainda o seu vídeo pulando lá do maior bunge jump rapaz.
19 Setembro, 2007 às 10:35
hahahaa, muito bom.. heehehe
Vejo que está faltando um pouco da “boa sorte” do Cássio Lacerda. hahahahahahaha
A Buena Sorte é algo que vem de dentro para fora….. rs…
Abraço…
Cássio Lacerda
19 Setembro, 2007 às 12:08
hahahaha… Buooona Cassio, Buoona… bem que me esforcei, mas precisávamos de mais sorte do Cassio (Escoteiro, Planejador e agora Filósofo) Lacerda. hehehe…
19 Setembro, 2007 às 13:47
Magnífico heheheh!!!
Deu inveja de ficar nesta adrenalina que sempre tráz experiências maravilhosas e que carregamos na mochila pra sempre!
Me chama na próxima! Desta vez eu largo tudo e vou hehehe!!!
Beijos, Di!
20 Setembro, 2007 às 11:03
Obrigado Daisy, está combinado então, quero ver você fazer uma participação especial em histórias em quadrinhos futuras.