Minha vida eu ponho para viajar
Músicas, Vídeos, Publicidade 10 Agosto, 2007Ir direto para os comentários
Liberdade para viver, rodar e viajar, para por a vida para rodar.
Que vontade de libertar-me do tempo, do peso, ou do peso do tempo, se não é possível me liberto para aproveitar o tempo, as amarras não são fortes, basta coragem, e talvez um pouco de bom senso?
Nada de bom senso, agora não!
Basicamente a coragem já é um desafio, coragem para libertar-se do que incomoda, da imposição, escravidão, do que dizem ser moda, da humilhação, pressão.
Coragem guiada pela pressão, do coração.
Corajosos são os motociclistas, alguns por obrigação, outros guiados pela liberdade do coração e emoção, mas convenhamos que o bom senso não é o forte desses corajosos que gostam da liberdade no rosto, muito boa para fazer uma viagem sob tempestades, pista escorregadia, agua escorrendo pelas costas, corpo duro e dolorido e nada de chegar no destino, realmente uma viagem emocionante, Che Guevara que o diga.
Usando essa emoção, o pessoal da Heads Propaganda preparou uma campanha simples e certeira, Minha vida eu ponho pra rodar, a principal ação é o vídeo “caseiro” com trechos da liberdade sobre duas rodas.
Forever young…
Como seria bom se nossa vida tivesse uma trilha sonora como esta (e não chovesse durante a viagem) :D.
Brincadeiras a parte, essa discussão sobre liberdade foi iniciada pelo Cezar Calligaris no Webinsider, comentando sobre a falta de atenção com a nossa first live, ele estava falando do mundo publicitário, mas claramente a viagem vai além, já que ele discute a liberdade para viver.
Libertai-nos das amarras da falta de tempo, ou dessa desculpa, para por a nossa vida para rodar, seja com duas, quatro, oito rodas, a pé ou nos trilhos, a pé pelos trilhos.
Só me resta uma mochila, um livro e a liberdade para viver.
Um dia eu ponho minha vida para viajar.

10 Agosto, 2007 às 11:34
O que falta pra embarcar nessa meu queridooo!…
É bom fazer essas loucuras mesmo, depois temos que voltar à vida “normal”, bom se pudesse acontecer sempre, né?
Eu recomendo!
Beijos!
10 Agosto, 2007 às 17:06
Não falta quase nada Daisy, talvez um pouco mais de coragem.