11, jul, 2007
Uma viagem-aula de história e geografia acompanhada de aventura e misticismo.
Confesso que no primeiro momento fiquei decepcionado com o livro de Dieter Schiller, Cidade perdida na Amazônia, falso engano gerado pela expectativa de informações detalhadas sobre o mistério do desaparecimento do Coronel Fawcett, explorador inglês fascinado com a possibilidade de encontrar a cidade de Atlântida na Amazônia.

Parte desta falsa decepção foi devido ao risco de comprar livros pela internet e a impulsividade de não procurar mais informações, já que em uma compra virtual é difícil dar aquelas foliadas pré-compra, mas no final das contas fiquei grato por isso.
Depois de certo ponto, comecei a perceber a sua valiosidade, principalmente para quem andou “viajando” nas aulas de historia e geografia. Dieter além de dar uma visão geral sobre o mistério envolvendo o Coronel Fawcett, consegue destacar informações importantes sobre a nossa invisível Amazônia.
(Parênteses)
A invisibilidade é uma característica que representa muito bem o estado atual, e eterno, de desrespeito com a natureza, visível apenas para quem vê cifras no lugar de folhas.
Foi nesta floresta que o Coronel desapareceu, ou se tornou invisível, em uma real expedição motivada por estatuetas, mitos e lendas, sua história se tornou curiosa e mística, a versão mais “viajante” do seu desaparecimento é que ele se juntou aos habitantes da cidade perdida, muitas missões de resgate até que tentaram desmentir, mas não tiveram êxito.
Um dos pós mitos está relacionado a inspiração para Steve Spielberg criar o Indiana Jones, será que Fawcett pode ganhar mais uns minutos de fama com a continuação das aventuras do arqueólogo em 2008?
Apesar do livro não falar muito do Coronel Fawcett, curiosidade despertada por uma conversa de esquina com o triatleta e viajante (ou viajante triatleta?) Cristian Mendes, fiquei satisfeito com o resultado, despertou curiosidades mais reais e atuais.
Essas novas curiosidades vieram de encontro com o momento que estamos vivendo, onde a mídia ecológica está muito forte, gerando uma discussão sobre a evolução tecnológica e a involução emocional, será que a “evolução” tecnológica representa a nossa evolução cultural e intelectual? O que seria mais importante?
Enfim, o que poderíamos fazer para realizar uma viagem respeitando o planeta que nos permite essas viagens? O pessoal do ViajeAqui deu 5 sugestões de viagens sustentáveis, lá você também encontra o blog da Claudia Carmello a Viajante Consciente, vale muito a pena conhecer suas idéias.
Formado em história pela Unipar em 2003, lançou este livro movido pelo seu interesse nos mistérios do ser humano, que também o levou a desenvolver estudos de forma autodidata em vários campos (filosofia, sociologia, psicologia, esoterismo, espiritualidade, etc.).
Essa gama de conhecimentos adquiridos levou Dieter Schiller a uma visão filosófica única.
Dieter Schiller gostaria de viajar com você e a “Cidade perdida na Amazônia” pela:
Se queremos responsabilidade, façamos a nossa parte, encontrei uma matéria da Guiliana Bergamo, ela preparou os 10 mandamentos do turista responsável, são pequenas coisas que podem trazer grandes resultados para nós e os viajantes do amanhã.
O que seria da viagem sem a paisagem?
Palavras e idéias que surgem com o vento e se perdem por ai.
Alguém tem um Long John (Roupa de Borracha de inverno) usado para vender ou doar? Quero fazer uns testes para umas aventuras de caiaque antes de comprar um novo.
(0) 19/mai/2010 as 11:54Para quem ainda não viu já saiu o segundo episódio da Viagem para o Salto do Yucumã com um monólogo chato e nada conclusivo e também umas cenas deletadas como presente grego. Estão lá no post da viagem: http://www.livrodemochila.com/2010/04/salto-do-yucuma/ É só clicar nas setinhas do vídeo para assitir os outros episódios.
(0) 02/mai/2010 as 19:43Roubando madeira de construçoes para construir a mesa da Kombi. Vou colocar a prova minha falta de habilidade com madeira. (Mensagem enviada de algum lugar distante da internet)
(0) 18/abr/2010 as 15:33
http://eldorado-paititi.blogspot.com/
Em meu blog tem a imagem de satelite das constelações inca
que chamo de Via láctea (Disco solar ?)
As constelações estão agrupadas e a ultima a direita e a constelação Atoq-Fox El Zorro
que segundo o site http://qoyllur.blogspot.com/2009/10/un-zorro-en-el-cielo.html
esta relacionado com o diluvio e e o alinhamento Solar
Localização dos Geoglifos
Lagoa de Paititi
Serpente-Jaguar-Condor -12.746512,-62.30381
Condor Perto do Rio Guapore -12.890796,-62.512207
Pirâmide do Condor- -12.392988,-62.173347
Constelações da Via Láctea
Mais visíveis llama ,llama baby,condor,jaguar,rosto
-12.350566,-62.193518
Buraco negro -12.357274,-62.21077
Perdiz-12.34629,-62.180386
Sapo -12.338493,-62.159357
Escorpião -12.337822,-62.13644
Fox-Atox -12.338409,-62.123823
Criador-Sol -12.341176,-62.253857
Os geoglifos da Baleia e o Gato,Serpente,esta mais para lenda da Cidade Z
No meu Blog tem imagens deles.
Gostei muito do livro ” Cidade Perdida…” do Dieter, pois alem de mostar uma boa pesquisa sobre a região e expedição na selva, mostrou uma teoria interessante sobre uma civilização lendária, além de mostrar que apesar de sentirmos mais avançados que outro povos da antiguidade, este avanço pode ser falso e ser na realidade um grande retrocesso em termos de civilização…possivelmente somos mais egoistas, temos mais perversidades e somos mais ignorantes espiritualmente.
Parabéns Dieter pelo trabalho e parabéns pelo seu novo livro sobre o Evangelho de Judas…gostei muito e recomendo a leitura!
O livro é uma excelente introdução às histórias, crenças e folclore da região norte de nosso país, além de despertar a curiosidade para temas os mais variados, desde geografia até esoterismo e mitologia. Recomendo como leitura iniciática.
Concordo com você Aline, tanto o livro quanto o assunto, no início achei uma pena o livro ser tão pequeno, mas para os que desejam se aprofundar, existem outros livros e sites que ajudam a matar um pouco da curiosidade.
É verdade, mas como é um livro pequeno, acho que não foi prejudicado.
No começo achei meio repetitivo, mas pensando no termo VIAGEM-AULA que voce utilizou, certas aulas sao propositalmente repetitivas para fixarmos o conhecimento.
um abraço e muito legal o logo animado
O livro é muito bom, recomendo a leitura!
Abraços, Aline