logo_balao.gifAos aventureiros, o que achariam de cair propositalmente com seu balão em uma cidade desconhecida, sem lenço nem documento, sem bagagem nem nada, carregando apenas um cartão de crédito?

Apesar de ter abnegado meu espírito aventureiro, eu acharia o máximo, já que num retorno de viagem tivemos uma idéia parecida, onde em um dia sem muitas pretensões, marcaríamos um encontro com o pessoal na rodoviária, decidiríamos o destino na moeda e carregando apenas uma pequena mochila com o extremo necessário, seguiríamos viagem.

Em um certo momento, quando as roupas estivessem quase criando vida, compraríamos novas e doaríamos as usadas, e continuaríamos a viagem nesta filosofia, só de lembrar da idéia me emociono, essa com certeza não deixaremos passar.

(Parênteses)

Por mais incrível que seja uma viagem, o melhor ainda está na volta para casa, e geralmente é no retorno para a velha rotina que surgem as melhores idéias da próxima viagem.

Voltando a história do Balão, e longe, mas muito longe de fazer propaganda de cartão de crédito, é sobre a nova campanha Viajante MasterCard que iria falar, dou os parabéns ao pessoal da agência McCann Erickson, conseguiram trabalhar as diversas mídias muito bem, dizem até que encontraram bagagens perdidas em aeroportos com plaquinhas “Cansei de esperar o avião, fui de balão“, apesar da piada ter sido muito bem apropriado para o caos atual, não acredito que faça parte da estratégia.

Outros dos famosos boatos da internet é que o ator do comercial está realmente realizando essa viagem, e postando no Blog do viajante MasterCard, a última é verdade, já a primeira… além do blog, tem também o interativo site oficial da campanha, em que vale destacar a possibilidade de treinar suas habilidades de vôo navegando pelo mapa do Brasil e a votação de novos personagens para a campanha.

A música tema da campanha dá até vontade de viajar, som na caixa.

Uma viagem sendo alternativa ou não, nunca tem preço, são impagáveis os momentos vividos, paisagens cruzadas e pessoas conhecidas, além é claro, das cômicas roubadas, mudanças não planejadas e chegar em casa feliz da vida, rindo de como conseguiu sair da fria que foi essa viagem.

Isso me lembrou momentos memoráveis com Cassio (Cazzo) Lacerda e Raquel (Mimi) Dotta:

  • Cápsulas de “Complexo B” achando que se tomar 2 por dia espantará os mosquitos = R$ 20,00
  • Barraca para 3 pessoas completa, mas ter doado algumas partes para seu amigo não ficar na chuva e devido a isso, acabar dormindo na chuva = R$ 120,00
  • Chegar em casa com um cheiro estranho de “Complexo B”, todo picado de mosquito, sujo e molhado, mas louco para a próxima viagem, não tem preço.
  • Para todas as outras roubadas, só lugares inusitados com amigos bem humorados.

E vocês, já passaram por essas viagens sem preço?